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SUMMARY:Defesa de Dissertação de Mestrado — Maria Paula Mancini Coelho
DESCRIPTION:Defesa de Dissertação de Mestrado \nMaria Paula Mancini Coelho \nExplorando a segurança e o potencial antitumoral in vitro de Complexos de cobre(II) baseados em sulfas: Genotoxicidade\, Citotoxicidade 2D e 3D e Mecanismos de ação \nAuditório da FCF \nPresidente\nDrª Ana Lúcia Tasca Gois Ruiz — FCF / Unicamp \nMembros titulares\nProfª Drª Giovanna Barbarini Longato — USF\nProfª Drª Daniela Morais Leme — UFPR \nMembros suplentes \nProf. Dr. Danielle Palma de Oliveira — FCFRP / USP\nDrª Fernanda Luísa Basei — FCF / Unicamp\nProfª Drª Adriana Pavesi Arisseto Bragotto — FEA / Unicamp \nResumo: Diante da necessidade de desenvolvimento de tratamentos mais eficazes e seguros para as doenças que assolam a saúde pública e reduzem a expectativa de vida mundial\, como o câncer\, pode-se destacar a classe dos complexos metálicos. Destes\, dois complexos de cobre(II) ligados à fenantrolina e à duas diferentes sulfonamidas: [Cu(smtr-)2(phen)] (1) e [Cu(sdmx-)2(phen)] (2) apresentaram promissoras atividades antibacteriana contra Mycobacterium tuberculosis e antiproliferativa frente à diferentes linhagens tumorais humanas. Dando continuidade aos estudos pré-clínicos desses potenciais metalofármacos\, este estudo teve como objetivo a avaliação in vitro do potencial genotóxico\, a nível cromossômico\, pelo ensaio do micronúcleo (MN)\, associado à investigação sobre o potencial citotóxico e o mecanismo de ação em células tumorais (HCT-15) e não tumorais (CHO-K1). Para evitar resultados falsos positivos no ensaio do MN\, a concentração máxima a ser avaliada de cada complexo foi estabelecida com base no IC50 determinado nos ensaios de redução do MTT\, incorporação do vermelho neutro (NR) e sulforrodamina B (SRB). O ensaio do MN foi realizado por citometria de fluxo\, de acordo com normativas internacionais da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) e da Agência Europeia de Medicamentos (EMA)\, utilizando-se a linhagem CHO-K1 como sistema teste. Os complexos de cobre(II) em estudo foram capazes de induzir alterações estruturais e/ou na quantidade de cromossomos na condição de exposição curta sem ativação metabólica via S9 (3h-S9)\, na maior concentração testada (1 = 9\,1 μM e 2 = 4\,4 μM). Avaliou-se também o efeito dos complexos sobre o ciclo celular das células CHO-K1. Verificou-se que ambos os complexos\, induziram parada do ciclo celular em fase S\, nessas mesmas concentrações consideradas genotóxicas na condição 3h-S9 e nas concentrações 1 = 1\,1 μM e 2 = 0\,6 μM na condição de exposição longa sem ativação metabólica via S9 (22h-S9). Frente às células de adenocarcinoma colorretal humano (HCT-15)\, os complexos 1 e 2 reduziram significativamente a viabilidade celular tanto no modelo de monocamada (2D)\, pelo ensaio de redução do MTT\, com efeito proporcional à concentração e ao tempo de exposição (24 e 48h) aos complexos; quanto no modelo tridimensional (3D) de esferoide\, pelo ensaio de atividade da fosfatase ácida (APH). Esse último resultado é especialmente relevante\, pois o modelo esferoide é mais preditivo em relação à massa tumoral in vivo e os valores de IC50 de ambos os complexos foram inferiores a 10μM e ao valor obtido para a cisplatina\, metalofármaco de referência. Além de serem capazes de promover a disfunção da atividade mitocondrial\, evidenciada pelo ensaio do MTT\, os complexos de cobre(II) induziram um aumento significativo na produção de espécies reativas de oxigênio (EROs) em ambas as linhagens celulares avaliadas\, sendo o complexo 2 mais ativo que o complexo 1. O presente estudo apresentou uma abrangente avaliação in vitro dos novos complexos de cobre(II) 1 e 2\, contribuindo para elucidação do perfil de segurança e de ação desses potenciais metalofármacos. Estudos adicionais serão necessários para aprofundar a investigação dos mecanismos de ação\, assim como confirmar o potencial mutagênico desses complexos.
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