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Defesa – Natália Aimee D’Angelo

abril 18 @ 14:00 - 17:00

Defesa de Dissertação de Mestrado

Natália Aimee D’Angelo

Desenvolvimento de polimerossomos visando a coencapsulação de fármacos para aplicação na terapia do câncer

Integralmente à distância | videoconferência

Presidente

Dr. André Moreni Lopes — FCF / Unicamp

Membros titulares

Profª Drª Karina Cogo Müller — FCF / Unicamp
Profª Drª Daniele Ribeiro de Araujo — CCNH / UFABC

Membros suplentes 

Profª Drª Catarina Raposo Dias Carneiro — FCF / Unicamp
Profª Drª Valéria de Carvalho Santos Ebinuma — FCFAR / Unesp (Araraquara)
Profª Drª Natália Neto Pereira Cerize — IPT

Resumo: As nanoestruturas para encapsulação de fármacos antitumorais têm sido amplamente estudadas nos últimos anos devido às suas importantes vantagens, e.g. liberação controlada e sustentada, menor efeito adverso, aumento da solubilidade dos fármacos e menores chances de gerar resistência à administração destes (efeito MDR), entre outros. Neste contexto, este trabalho pretende descrever as principais nanoestruturas empregadas como drug delivery systems (DDS) para a encapsulação de fármacos antitumorais (doxorrubicina – DOX e curcumina – CUR). Além disso, investigamos os parâmetros essenciais na produção de polimerossomos (Ps) baseados em poli(etilenoglicol)-bloco-poli(ε-caprolactona) (PEG-PCL) para a co-encapsulação de DOX e vemurafenibe (VEM). Três copolímeros PEG-PCL foram estudados: PEG45PCL44, PEG114PCL98 e PEG114PCL114. Avaliamos os efeitos dos parâmetros: velocidade e tempo de agitação, volume de hidratação e tempo de ultrassom através de dois planejamentos fatoriais (23), nas variáveis resposta: tamanho médio de partícula (DH) e índice de polidispersão (PDI), visando alcançar os melhores (menores) resultados de DH e PDI. Os valores de De PDI apresentaram-se na faixa de 210 a 245 nm e 0,117 a 0,148, respectivamente. Ademais, a co-encapsulação de DOX e VEM resultou em taxas de encapsulação de 12 a 18% e 16 a 26% e eficiência de encapsulamento de 35 a 39% e 43 a 55%, respectivamente. A nanoformulação se manteve estável a 4, 25 e 37°C, e a liberação dos fármacos se mostrou mais rápida naqueles Ps compostos pelas menores blocos de PEG-PCL (i.e., PEG45PCL44 > PEG114PCL98 > PEG114PCL114), assim como em ambientes mais ácidos (i.e., pH 5.0 a 37°C, encontrado em ambiente tumoral). De acordo com resultados obtidos, a melhor condição para a obtenção de Ps baseados em PEG-PCL foi empregar 1050 rpm de velocidade de agitação por 42 h, volume de hidratação de 15 mL (0,05% m/v) e ultrassom por 35 min a 25°C. Portanto, acreditamos que as nanoformulações desenvolvidas podem ser uma promissora abordagem com potencial efeito sinérgico, menor dosagem e menor risco de MDR na terapia do câncer.

Detalhes

Data:
abril 18
Hora:
14:00 - 17:00
Categorias de Evento:
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Local

Online